Os rumores de que a Apple trabalha em um leitor de digitais Touch ID sob a tela circulam há algum tempo. Em 2021, eles devem finalmente se tornar realidade com o iPhone 13, que oferecerá a funcionalidade junto com o Face ID. No entanto, a solução planejada para o celular é um pouco diferente da que foi usada em celulares como o Galaxy S21.

iPhone 12 Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Segundo o Wall Street Journal, que ouviu fontes próximas à Apple, a empresa trabalha em um leitor de digitais sob a tela e estuda oferecer tanto o Touch ID, quanto o Face ID, em seu próximo smartphone. Há alguns dias, a Bloomberg também informou que a companhia pretende unir as soluções no iPhone 13.

A Apple pretende usar um leitor de digitais com sensor óptico. O modelo captura a digital ao emitir uma pequena luz na região do leitor e, depois, fazer a comparação com o registro salvo. A empresa avalia que ele é mais confiável que o sensor ultrassônico, presente em celulares como o Galaxy S21.

O WSJ também destacou o fato da Apple seguir algumas tendências da Samsung em seus celulares, e vice-versa. Enquanto o Galaxy acompanhou o iPhone em itens como câmera dupla, Face ID, fim da entrada de fone de ouvido e a retirada do carregador da embalagem, o movimento inverso também aconteceu.

A Apple apresentou iPhones com resistência à água e carregamento sem fio, por exemplo, depois da Samsung. Em geral, esses movimentos acontecem em intervalos de não mais do que três gerações. No caso do leitor de digitais sob a tela, ele chegou ao Galaxy S10, permaneceu no Galaxy S20 e, agora, recebeu melhorias no Galaxy S21.

iPhone 13 com leitor sob a tela

A expectativa de um iPhone com leitor de digitais sob a tela existe há bastante tempo. Em 2019, o analista Ming-Chi Kuo, famoso por adiantar os planos da Apple, afirmou que a empresa ofereceria a opção no modelo de 2021. Na ocasião, ele afirmou que a companhia usaria um versão de um sistema da Qualcomm.

Os testes do leitor embutido na tela ocorrem desde antes do lançamento do iPhone 12. A informação foi divulgada na época pela Bloomberg, que apontou a possibilidade da solução ser adiada para o modelo de 2021. Isso porque fornecedores da Apple já teriam conseguido integrar o leitor no aparelho, mas não puderam alcançar a produção em massa a tempo.

A Apple lançará seu novo smartphone apenas no segundo semestre, mas já há informações sobre as mudanças planejadas. A empresa deve usar tela com taxa de atualização de 120 Hz no iPhone 13 Pro e 13 Pro Max e fazer melhorias na câmera ultrawide. Os modelos devem ser lançados em setembro.



Source link